quarta-feira, 9 de novembro de 2011

607- ANIVERSÁRIO

CELESTE MARIA


09-11-1941 / 09-11-2011


"Assalto ao Castelo" deseja


MUITAS FELICIDADES!


PARABÉNS!







A alegria de ter setenta anos.

Devo-a a meus pais
que me deram a vida.
Sou um dos dois frutos do seu amor.

Devo-a à família,
minha âncora,
minha esperança.

Devo-a aos amigos.
Da infância, da juventude,
dos que se foram juntando...
e que hoje abraço afetuosamente.

Não há crise que resista
à grande alegria
desta união de amigos.

Sinto a alma cheia,
o coração quente,
a cara lavada, salgada!

Continuarei a sonhar, sempre!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

605 NOTÍCIAS DE COIMBRA

FESTA DAS LATAS - ESTUDANTES DE COIMBRA

Panorâmicas da LATADA nos Arcos do Jardim





 A neta Cláudia...e o seu nabo já roído!!!
 A Cláudia e as suas afilhadas com as capas executadas pelas Produções  "AVÓ"
 A directora da Produções AVÓ felicitando a neta
 A mãe Soraia com a filha Solange!
 No meio da multidão...a Soraia!
 Cláudia com a mãe, irmão e pai

sábado, 22 de outubro de 2011

604. mais fotos... E TRÊS VÍDEOS INÉDITOS...NO FINAL DESTAS FOTOS!





O BAILARICO
COIMBRA TEM MAIS ENCANTO...NA HORA DA DESPEDIDA DO 3º ANIVERSÁRIO ENCONTRO GERAÇÕES















Letra:

"Ó Tó” — dizem-me alguns de forma herege
Como seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: Canta lá o Tombe la Neige!
Eu olho-os com olhos lassos,
E vejo o que em mim converge,
Mas chega de pedidos escassos
Não canto mais o Tombe La Neige
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém
Que eu vivo com o mesmo sem à vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, posso gritar até ficar verde ou bege
Porque me repetis: Ó Tó, canta lá o Tombe La Neige!


Prefiro escorregar nos becos lamacentos
Andar ao vento que em mim converge
Com farrapos arrastar os pés sangrentos
Do que cantar mais o Tombe La Neige
Se vim ao mundo foi só
Para desflorar florestas virgens
A minha vida tem valores por onde se rege
O que mais faço não vale nada?!...
Não! Não canto mais o Tombe La Neige


Ide! Tendes a Internet,
Tendes rádio e televisão,
Tendes iPhone e gravação
Tendes tudo menos a dor,
Deixai-me por favor
Que o Vosso pedido em mim converge quando me dizem:
Canta lá o Tombe La Neige


Ah, que ninguém venha com falinhas mansas
Que ninguém queira que eu lampeje
E que ninguém me volte a dizer: Ó Tó, canta lá o Tombe La Neige
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se levantou
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Com a raiva que me elege,
Só sei que não vou
Cantar mais o “Tombe La Neige”






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