sábado, 2 de junho de 2007

149. Mais um Rafael na imprensa escrita...









148. A Filarmónica de Penela nos anos 50


Legenda - Da esquerda p/ direita: Manuel Duarte Rafael, Manuel do Nascimento, (Regente da Banda) e Francisco Duarte Rafael

147 FILARMÓNICA DE PENELA

A Filarmónica de Penela festejou recentemente 145 anos de existência.
Desde 18 de Janeiro de 1858 que tem possibilitado a muitos jovens a aprendizagem do gosto pela cultura musical.
O pai Manuel Duarte Rafael fez parte da filarmónica durante muitos anos, não só tocando vários instrumentos, como clarinete, saxofone e requinta, mas também como regente, professor de música, etc.
O avô para uns e bisavô para outros, Manuel Durte Rafael Sénior também pertencia à Filarmónica, tocando bombo.
Fui mau aprendiz do meu pai, com muita pena minha, mas segui a inclinação musical do avô Rafael Sénior, pois vim também a tocar bombo (mal para o meu amigo Pierreconcertinas...e não só), no Grupo de Danças e Cantares dos CTT de Coimbra e na tunameliches.Dei o meu melhor, como dizem os craques....
Esta foto foi tirada hoje, dia 2 de Junho, no Parque da cidade de Coimbra, estando eu, Celeste, Paulo e Maria Alice

146. Divulgação de estratégia secreta

Podemos, finalmente, divulgar a forma astuta como os nossos soldados ludibriaram as sentinelas permitindo a entrada triunfal no castelo!

145 PENELA Região de Turismo do Centro


144. Mais fotos inéditas do Assalto ao Castelo




Como se pode ver pela foto ninguém estava a dar "bola" ao fotógrafo...

esta foto vem comprovar que não há respeito nenhum pelo trabalho dos profissionais da informação que deram duro para conseguir acompanhar todo o desenrolar dos acontecimentos daquele dia marcante para a história do Concelho de Penela.

143. Poema da COROAÇÃO

( Este ilustre poema encontra-se também disponível, juntamente com as respectivas fotografias, no post 124)


Poema da Coroação

Hum!! Hum!!!

Atenção, porque agora vou falar:
Um Rei ao Povo deve pertencer
E um Povo ao Rei deve obedecer
Eis a História de um Rei
Que o Povo ajudou a fazer.

Às Pontes, ás Pontes
Sobre as silvas, sobre os cardos
Ao Castelo, ao Castelo
Comer que nem uns "bardos".

Como mandam os fados
Já Camões versejava
O Castelo vamos conquistar
O de Penela e não o de Tomar.

O poeta arriscando versejar
Dedicou-o, não ao D. Sebastião
Nem as terras de Além-mar,
Mas ao exército Coimbrão
Comandados por D Fernandito "O Sabichão".

Honesta, a glória é merecida
Depois de tanto batalhar
Faremos de hoje um dia célebre
Porque o Rei de Penela vamos proclamar.

Viva D. Fernandito II, Rei de Penela
Das Pontes e de Além-mar.

De um Fiel súbdito de sua Majestade, D. Rui "O Santos".

quinta-feira, 31 de maio de 2007

140. Rancho infantil de Penela 1948

A minha iniciação folclórica.
Era ensaiador o sr Manuel Eliseu.
A exibição era por ocasião das Festas de Nossa Senhora da Nazaré

139. C U R I O S I D A D E S.....

NOTÍCIA HISTÓRICA:Os Mouros tomaram o Castelo de Penela em 716, e ali permaneceram em boa paz com os Lusitanos, que em troca dum tributo pago ao CAIDE de Coimbra gozavam de todas as liberdades e do respeito pela crença e haveres.Em 1080, o conde Sisnando, depois de ter tomado a fortaleza moura de PENELA, fez edificar nela um forte castelo medieval...
Blogado por PAULO-DUX VETERANORUM RAFAELORUM

quarta-feira, 30 de maio de 2007

138. BOAS

Ora então cá está a parte de trás do escudo... que fui acusado de ocultar (num comentário neste mesmo blog)...

Mas vem acompanhado...
As rainhas, princesas, infantas e duquesas da linhagem Rafael (ou Arrafaeladas...) que no fim-de-semana colaboraram no digníssimo assalto quiseram ser peligrafadas com a traseira do escudo...

E na foto de cima, se notarem bem, não é só no FCP que temos o emplastro... aqui também temos um...



D.Cláudia I e D.Cláudia II também quiseram a concorrida placa... não sei se com alguma segunda intenção...

Repare-se no traje envergado por D.Cláudia I, ostentando um brasão "CNM", símbolo de nobreza...

137. PARA DESCONTRAIR...há vida p´r além do castelo

Adivinhem quem é o artista de gravata vermelha!
Às primeiras dez respostas certas oferece-se um chupa-chupa!
(uma ajuda:estava a interpretar " Eu sou o bigodinho")

136. À Infanta Rafaela e a D. Paulo Dux Rafaelorum


Os meus agradecimentos à Infanta Rafaella por ter estado comigo, devidamente acompanhada, desde o primeiro dia! O mesmo agradecimento a D. PAULO-DUX VETERANORUM RAFAELORUM!!

135. Prova das raízes Penelenses



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134.A RAZÃO DE TE CHAMARES ANGELA MARIA

133. PARABÉNS!!!



PARABÉNS, D.Gelamaria!!!



terça-feira, 29 de maio de 2007

132. Disseram "ceia medieval"???

Mas afinal o que se passou no sábado? De certeza que foi o assalto ao castelo? Com ceia medieval???
Vejamos...


D.Rui, o Santos, mais parecia o moço da sacristia... à noite, a alumiar a igreja de Penela... e em tempo de cheia...

D. Elisabete Arrafaelada... das Arábias???

E D. Libânia Rafaelana, ter-se-á infiltrado no inimigo árabe?

E o que faria um mosqueteiro em Penela??? Ah... é o Infante D.Mello, com o seu traje muito avançado para a época medieval...

131. Os Rafaeis na imprensa escrita



in Diário de Coimbra, 27/05/07


Os Rafaéis, Senhores das Pontes, Castelo e Arrabaldes, vêm, por este meio, agradecer o reconhecimento público da sua espinhosa e tão trabalhosa missão.
Bem-hajam.

130. LENDAS DE PENELA....

Os Ferreiros de Penela Muito perto de Penela existem dois montes elevados, em forma de cone, que a lenda diz terem sido habitados por dois irmãos ferreiros, Melo e Jerumelo. Estando cada um em seu monte com a sua respectiva forja, possuíam apenas um martelo do qual se serviam alternadamente. A distância entre o topo dos dois montes era curta, assim de dois quilómetros mais ou menos, e os dois irmãos atiravam o martelo um ao outro quando dele precisavam. Decerto que já perceberam que estes irmãos eram gigantes porque de outro modo não teriam força para atirar o martelo. Um dia, Jerumelo zangou-se com o irmão e atirou-lhe o malho com tanta força que este se desconjuntou, caindo o ferro na encosta do monte Melo com tanta força que lhe fez brotar uma fonte de água férrea. O cabo de madeira de zambujo foi espetar-se na terra a dois quilómetros de distância, fazendo nascer um zambujo, que veio dar o nome à povoação de Zambujal. A prova de que esta história tem um fundo verdadeiro está nas ruínas da forja do irmão Melo, que ainda hoje se encontram no cimo do monte com o mesmo nome.
VALOIRO- é uma zona à entrada de Penela, vindo de Santo Amaro e do lado esquerdo, que quando as tropas por lá passaram, sedentas, beberam água numa nascente, terão dito: "esta água VAL(E) !OIRO!
PENELA- as tropas entraram no Castelo e terão dito: "TEMOS O PÉ NELA"