quarta-feira, 7 de junho de 2017

CHARAMELA DOS AMIGOS DE CELESTE E RAFAEL - ARREMATAÇÃO


Grupo de Danças e Cantares dos CTT Coimbra
NOVEMBRO DE 2000


vídeo de Joana Moura
DIA 28 de Maio de 2017-Restaurante Observatório-Santa Clara- Coimbra

quarta-feira, 31 de maio de 2017

DIA DOS IRMÃOS



   Paulo Rafael-A saudade

 Maria Isabel Rafael
 Maria Adélia Rafael

Fernando Rafael


 Maria Olinda Rafael
Herméneo Rafael

Valdomar Rafael




domingo, 28 de maio de 2017

ANIVERSÁRIO

FERNANDO OLIVEIRA RAFAEL

"O CASTELÃO"

28-05-1936

ESTOU DE PARABÉNS!





            Abençoados seja todos aqueles que derem os parabéns....e também os que não derem!


sábado, 20 de maio de 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

AMAR PELOS DOIS- SALVADOR SOBRAL

Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender

Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

quarta-feira, 26 de abril de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

domingo, 16 de abril de 2017

ALMOÇO PÁSCOA FAMILIA RAFAEL 2017 e HISTÓRICOS DESDE 2008

Mais um almoço de PÁSCOA da Família Rafael
Restaurante D. Sesnando-PENELA
(nota falta a foto de familia que espera que o Duque Filipe a envie)






    -acaso haja fotos  "de familia nas escadas" dos anos que aqui não aparecem-ENVIAR
HISTÓRICO ALMOÇOS DA PÁSCOA FAMÍLIA RAFAEL
    2017

  2016
  2015
  2014
  2013
  2012
  2011
  2010
  2009
  2008




sábado, 15 de abril de 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

PENELA - POESIA

 (foto de Adriano Júlio)

Penela que eu conheci
Cidade da minha infância
De amores por ti eu vivi...
Cada vez que te revejo
Dum passado, a lembrança
É lindo o filme que vejo.
Descalcinhas dos “ Casais “
Chegavam as raparigas
Com os sapatos na mão
E à sombra destas árvores.
C’um pano seus pés limpavam
E os sapatos calçavam
Vida dura, era a d’ então
Iam ao baile ao clube
Iam ver a televisão
Ouvir a missa na rádio
Lá no Patio do “espanhol”
Cá na aldeia, nada havia
Mas não faltava alegria.
Do nascer, ao por do Sol.
Ó tempos da minha infância
Como os revejo à distância
Porque ficaram pra tráz
Hoje, que nós tudo temos
Pobres de nós, pois vivemos,
Mas já não somos capaz !!!
Palmira Pedro